Crutchlow vê a hipótese remota de ficar na LCR e mostra interesse na vaga na Aprilia

Crutchlow vê a hipótese remota de ficar na LCR e mostra interesse na vaga na Aprilia

Cal Crutchlow considerou que seria divertido trabalhar ao lado de Aleix Espargaró no desenvolvimento da Aprilia.

Cal Crutchlow antecipou-se e revelou que não deve continuar com a LCR em 2021. O piloto britânico mostrou interesse e avaliou que trabalhar ao lado de Aleix Espargaró no desenvolvimento da Aprilia pode ser “muito divertido”.

Titular da equipa de Lucio Cecchinello desde 2015, Cal acredita que será ele a dar lugar a Álex Márquez. O #73 foi contratado no ano passado para assumir a vaga abandonada por Jorge Lorenzo na equipa principal da Honda, mas, antes mesmo de estrear ao lado do irmão Marc, teve o destino alterado.

Embora a Honda ainda não tenha feito um anúncio oficial, Pol Espargaró é especulado como novo companheiro do #93 no MotoGP. E os indícios são mais do que confiáveis, uma vez que a KTM já contratou Danilo Petrucci.

Apesar do anúncio ainda estar pendente, a expectativa é de que Álex seja transferido para a satélite LCR, que hoje, além de Cal, tem Takaaki Nakagami. O nipónico é uma aposta antiga da Honda para fomentar o motociclismo japonês.

Embora o desfecho da história seja desconhecido pelo grande público, Crutchlow acredita que a sua passagem pela Honda está a chegar ao fim.

“O meu tempo com a Honda foi ótimo e conquistamos muitas coisas juntos, mas todas as coisas boas chegam ao fim em algum momento”, disse Crutchlow em entrevista ao site britânico Bike Sports News. Se não chegarem a um acordo com Taka, então talvez eu possa ficar, mas acho que as hipóteses disso são remotas”, continuou afirmar.

Apesar da situação, Crutchlow não se mostrou abatido e avaliou que trabalhar ao lado de Aleix Espargaró na Aprilia pode ser uma boa opção.

A casa de Noale já renovou o contrato de Aleix, mas tem o futuro incerto do outro lado das boxes. A equipa italiana segue à espera de uma definição sobre a suspensão de Andrea Iannone, mas o recurso do #29 no Tribunal Arbitral do Desporto ainda não tem data para ser julgado. O piloto está suspenso por 18 meses por uso de drostanolona.

“Honestamente, não me sinto mal com isso. Quero que o eu faço seja divertido, porque não é uma questão de dinheiro. E desenvolver a RS-GP ao lado de Aleix poderá ser muito divertido”, afirmou.